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Homenagem às “mulheres de marca”

12/03/2019 | Avisos e Notícias

No culto do dia 10/3/2019, homenageamos mulheres do passado da Ibasp que deixaram suas marcas na história da igreja e nas pessoas que conviveram com elas. Em vez de uma liderança eloquente, sua característica principal estava no trabalho fiel nos bastidores. Entre elas, mulheres casadas, viúvas e solteiras, mas todas com uma coisa em comum: um amor profundo pelo Senhor Jesus e a vontade de servi-lo com tudo o que tinham.

Relembre algumas delas conosco!

Ficou viúva cedo, com seis filhos para criar. Mesmo com poucos recursos e uma vida difícil, estava sempre presente na igreja, servindo a Deus e aos irmãos com humildade, alegria, paciência, amor enquanto teve forças para isso. Era mulher de oração, que fazia questão de orar em público também (para incentivar outros a fazer o mesmo). Na igreja, era comprometida com suas tarefas, animava os outros e dava um grande apoio aos pastores com sua sabedoria, serenidade e firmeza. Tinha dificuldade com o português, mas estava sempre presente em todos os cultos e ajudou com empenho na escola missionária e no trabalho com as mulheres da vizinhança. Até o fim da vida, apesar da doença e da fraqueza física, sempre estava sorridente, transmitindo paz.

Por tudo isso, era extremamente respeitada por todos na igreja. Um exemplo: uma noite, depois que um jovem da igreja tinha pregado sobre oração e Espírito Santo, ela se levantou e foi até o púlpito. Em alto e bom som, sugeriu que todos deveriam, em oração, responder àquela mensagem. TODOS voltaram a sentar e deu-se início a uma reunião de oração que durou mais de uma hora. Praticamente todos oraram. 


Era incansável em seu envolvimento no trabalho na igreja. Durante muitos anos, foi professora da EBD infantil e também regente do coro jovem e do coro infantil. Com dedicação e fidelidade exemplares, planejou e preparou programas especiais com as crianças para tudo o que é data comemorativa: Natal, Páscoa, Dia das Mães, etc.

E não atuava apenas na igreja, mas também fazia visitas na favela próxima à sua casa. Era alguém que executava todas as suas tarefas para o Senhor.


Tinha sido professora primária. Seu marido ficou doente durante muitos anos antes de falecer prematuramente; sua filha também lutou com problemas de saúde durante muito tempo, mas a Tante (tia) Pohlmann não se lamentava. Nenhuma dessas dificuldades a impediu de ser uma “mãe” na IBASP (ou “avó”, dependendo da idade de quem fala dela), tratando todos com carinho, atenção, amor e sabedoria. Era referência espiritual em diversas áreas da igreja, uma pessoa humilde e com muito amor pelos perdidos.

Teve um papel fundamental na consolidação da EBD e do trabalho com mulheres em Diadema, sempre disposta a ajudar e aconselhar.


Era uma mulher sóbria, de fala ponderada, sábia, dedicada ao Senhor e à igreja, que levava a vida cristã com seriedade. Foi professora de EBD e também atuou no grupo de mulheres, deixando um belo exemplo de amizade e convivência.


Talvez a sua marca mais conhecida seja a resiliência em meio ao sofrimento. Teve inúmeras dificuldades de saúde, passou por muitas cirurgias, ficando hospitalizada durante longos períodos. Mas, sempre que a saúde permitia, estava na igreja. E sua família também, o que dava testemunho de como a vida cristã era importante para ela.

Uma irmã, que chegou à Ibasp quando já era casada e tinha filho pequeno, conta com carinho que Heidi lhe ensinou muito sobre educação de filhos. Sentava-se ao seu lado na igreja, perguntava se ela tinha alguma dúvida e compartilhava sua própria experiência como mãe de meninos e mulher cristã.


A lista não se esgota com essas irmãs. Além delas, houve muitas outras, entre aquelas que já partiram para a glória e as que continuam deixando suas marcas aqui e em outras igrejas. A todas elas, nosso “muito obrigado” por ter permitido que o Senhor as usasse!